Não sei porque temos sempre mais vontade de escrever quando nos sentimos em baixo. Talvez porque precisamos de desabafar e achamos que ninguém nos vai compreender, que ninguém nos vai ouvir. Toda a gente tem direito a ter a sua opinião , dessa forma, quando falamos com alguém só iremos ouvir isso mesmo, mais uma opinião. Talvez igual à nossa, talvez diferente. Sei apenas que não me irá ajudar a resolver qualquer que seja a questão.
Porém, tenho saudades de ti, Submundo. Não penses que me lembro só de ti quando estou mal, lembro sempre e várias vezes mas tenho medo de te encarar pois sei o mal que te fiz. Não espero que me perdoes e sei que nunca irás ler o que te escrevo, mas sabe bem escrever... pensar que estás a ouvir-me como sempre tiveste do meu lado. Sempre que precisava estavas lá, merecendo ou não, davas-me sempre a mão.
Gostava que soubesses e me tirasses do peito este peso. Sabes, há coisas que por mais que tente explicar ninguém me vai entender. Mas tu... tu saberias o que dizer.
Sinto que neste mundo estou sozinha. Sim, sei o que estás a pensar, tenho família, amigos, um namorado, mas sinto-me perdida. Não sei o que se passa comigo. Não sei o que sentir, o que dizer, o que fazer. Sinto que todo o mundo me cai... na verdade, têm acontecido algumas coisas boas mas não sei se chegam para combater toda a minha insegurança. Tu sabes... tu sabes como sempre fui insegura. Tento sempre não demonstrar, mas as atitudes falam por si. Não sei como ultrapassar isto. Tu tinhas sempre o dom de me fazer sentir bem. Em tempos tive isso, depois de ti, mas agora sinto que não tenho mais. Sinto-me a mais. Sinto que há razões válidas para me expulsarem do dia-a-dia... Sempre achei que o problema era eu, hoje descobri que sou. Sei que nunca gostaste que tivesse estes pensamentos. Sei o quanto me ias dar na cabeça por sequer pensar, mas também sabes que, apesar da figura forte, sempre fui bastabte frágil.
Talvez seja mesmo eu o problema. Talvez se eu desaparecesse ninguém desse conta. Ou dariam daqui a uns tempos porque falaram com alguém que fez lembrar da Daniela. Será que sou apenas um ponto de passagem e viragem na vida das pessoas? Será que apenas estou a receber aquilo que mereço pelo mal que te fiz? Não sei. Talvez.
O que eu sei é que saberias o que me dizer e agora parece que perdi tudo.
Não me sinto com amigos. Sinto que as pessoas têm pena de mim. Não sei se mereço o bem que recebi. Não sei se devo tornar-me uma pessoa ou continuar um monstro. Sabes que sempre vesti pele de lobo para os enganar, mas sempre fui um carneiro pequeno e frágil. Sei que tu sabias isso. Sei que se soubesses irias concordar. Sei que não me ias mandar abaixo, sei que me ias tentar levantar. E eu? Ia fazer merda como sempre fiz. Atirar-te para o fundo do túnel novamente. E depois, iria arrepender-me novamente.
Só quero que saibas que vou tentar ser forte, como serias por mim.
28 de setembro de 2016
23 de abril de 2016
Querido blog,
Tenho andado ausente de tudo, longe do mundo, longe de ti. Tenho sentido falta de te escrever, de te contar os meus dias e ter os meus desabafos.
Não sei por onde começar.
Não tenho grandes novidades para ti, continuo a trabalhar no mesmo sitio. Conheci pessoas novas e reencontrei colegas antigos. Neste momento, sinto-me bem no meu ambiente de trabalho. Tenho três pessoas que, para mim, são as que mais me apoiam e puxam por mim. Sinto-me bem em saber que existem pessoas que se preocupam comigo a nível profissional.
No ambiente familiar, tenho a dizer que, como sabes, fiz anos há uns dias e adorei estar com a minha família. Sinto falta deles, dos mimos e abraços dos papás, das brigas com os meus irmãos. Meu Deus, como a vida muda. Tenho 22 anos, imensas responsabilidades e sinto falta dos meus pais. Não digo que não esteja bem, mas há pessoas que nos fazem falta.
Em casa, tudo continua na mesma. Quer dizer, tenho tido muitos baixos mas pronto, nada que me afete tanto quanto antes. Acho que me sinto mais madura e responsável e independente. Sei que não preciso de alguém para me sustentar e ser feliz. Consigo ser feliz apenas comigo mesma, Sinto-me bem comigo mesma e acho que o amor próprio deve ser o maior amor que devemos ter.
Não sei que te dizer sobre a minha relação. Tenho desconfianças de algumas coisas e talvez seja por isso que ando mais independente. Não é mau, nem bom. Porém, é reconfortante.
Diz-me o que pensas sobre isto.
Não sei por onde começar.
Não tenho grandes novidades para ti, continuo a trabalhar no mesmo sitio. Conheci pessoas novas e reencontrei colegas antigos. Neste momento, sinto-me bem no meu ambiente de trabalho. Tenho três pessoas que, para mim, são as que mais me apoiam e puxam por mim. Sinto-me bem em saber que existem pessoas que se preocupam comigo a nível profissional.
No ambiente familiar, tenho a dizer que, como sabes, fiz anos há uns dias e adorei estar com a minha família. Sinto falta deles, dos mimos e abraços dos papás, das brigas com os meus irmãos. Meu Deus, como a vida muda. Tenho 22 anos, imensas responsabilidades e sinto falta dos meus pais. Não digo que não esteja bem, mas há pessoas que nos fazem falta.
Em casa, tudo continua na mesma. Quer dizer, tenho tido muitos baixos mas pronto, nada que me afete tanto quanto antes. Acho que me sinto mais madura e responsável e independente. Sei que não preciso de alguém para me sustentar e ser feliz. Consigo ser feliz apenas comigo mesma, Sinto-me bem comigo mesma e acho que o amor próprio deve ser o maior amor que devemos ter.
Não sei que te dizer sobre a minha relação. Tenho desconfianças de algumas coisas e talvez seja por isso que ando mais independente. Não é mau, nem bom. Porém, é reconfortante.
Diz-me o que pensas sobre isto.
Um beijinho,
Daniela
17 de janeiro de 2016
Ano Novo, Vida Nova?
Não percebo porque é que há tanta gente que insiste em dizer que ano novo, implica vida nova. Para mim, permanece tudo igual. As mesmas preocupações, os mesmos desatinos. O mesmo estado de espírito, a mesma casa, a mesma vida. Nada mudou, apenas o mês em que estamos e o ano.
Não compreendo essa mania de querer que tudo seja diferente apenas porque o ano mudou. Temos que desejar o melhor todos os dias da nossa vida. Temos que lutar sempre, empenharmo-nos sempre.
A minha vida continua a mesma. Talvez as coisas mudem daqui a uns tempos, mas não será porque o ano mudou. Será porque eu quis, porque lutei e ando a lutar por isso há algum tempo. Gostava apenas que entendessem, que a mudança de ano não implica nada, apenas a continuação da vida que temos.
Não compreendo essa mania de querer que tudo seja diferente apenas porque o ano mudou. Temos que desejar o melhor todos os dias da nossa vida. Temos que lutar sempre, empenharmo-nos sempre.
A minha vida continua a mesma. Talvez as coisas mudem daqui a uns tempos, mas não será porque o ano mudou. Será porque eu quis, porque lutei e ando a lutar por isso há algum tempo. Gostava apenas que entendessem, que a mudança de ano não implica nada, apenas a continuação da vida que temos.
3 de janeiro de 2016
7º Selo
O blogue Quebra do Silêncio, da minha querida Mel, ofereceu-me este selo!
As regras consistem em:
- Responder a todas as perguntas;
- Indicar no mínimo onze blogues com menos de quinhentos seguidores;
- Colocar o selo da TAG;
- Colocar o link de quem indicou.
As perguntas são:
1) Qual é o teu estilo de música favorito? De tudo um pouco. O que mais me acalma continua a ser uma boa música de Guns n' roses.
2) Qual é a tua peça de roupa preferida? Vestido,
3) Qual é o teu calçado favorito? All Star.
4) Camisa ou camisola? Calças ou calções? Camisola e calções.
5) Cabelo estiloso ou tradicional? Liso ou encaracolado? Tradicional e liso.
6) Brigadeiro ou gelado? Brigadeiro.
7) Doce ou Salgado? Doce
8) Como defines o teu estilo? Não defino.
9) És do tipo de pessoa que consome bastante ou que só compra o básico? Só o básico. Exceto se for para outras pessoas, aí consigo gastar mais.
10) Consideras-te vaidosa? Não.
Os blogues que escolho para responder à TAG são:
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